A mulher contemporânea está
vivendo no limiar da Nova Era, ou seja, um momento de muitas
crises, mas também de tomada de consciência onde
podemos romper com um antigo e aprisionante esquema de deturpação
e exploração da mulher e da energia feminina como
um todo.
A mulher da Nova Era, porém, assume seus erros, assume
a responsabilidade pela própria felicidade, e vira o
jogo. A mulher absoluta escolhe exercer plenamente suas capacidades
e, depois, ajuda outras mulheres a darem suas viradas também,
pois a mulher inteligente não é egoísta
nem desperdiça seu tempo competindo com os outros. Ao
invés disso, busca cooperar com outras mulheres para
trazer mais felicidade e mais luz para este mundo, onde certamente
há espaço pra todas.
É com esse tom que a terapeuta Carla Lampert trabalha.
Focalizadora de Círculos Femininos, Instrutora de Dança
do Ventre com foco na Dança Sagrada, Carla utiliza técnicas
terapêuticas como harmonização dos centros
energéticos (chakras) e dos corpos sutis, Meditação
Transcendental, Mandala das Deusas, sintonizações
de Reiki, Dançaterapia, práticas ritualísticas,
vivências
em grupo, aconselhamento através do Tarô, tudo
isso em nome da cura do Feminino.
Carla ainda é pesquisadora de Astrologia, Mitologia,
Oráculos, Yôga Tântrico, Taoísmo,
Xamanismo Feminino, Psicologia e Arquétipos Femininos,
Culturas e filosofias orientais.
E é mãe de uma menina de dois anos, a Carol. “Meu
talismã”, segundo ela. |
Desigualdade profissional entre homens e mulheres, violência
doméstica, abuso sexual, assédio moral e sexual...
Anorexia, bulimia, stress, depressão, tensão
pré-menstrual, climatério, menopausa.... Bloqueios
na sexualidade, ter a energia sugada nos relacionamentos,
conflitos com a maternidade, sentir que tem que ser tudo ao
mesmo tempo, baixa auto-estima, insatisfação
com o próprio corpo, cuidar de todo mundo e não
ter tempo pra cuidar de si mesma, crise de identidade... Desta
lista eclética de situações, você
provavelmente já deve ter passado ou passa por alguma:
pois saiba que não está sozinha, você
é a típica mulher contemporânea vivendo
no limiar da nova era, ou seja, um momento de muitas crises
mas também de muitas tomadas de consciência,
onde temos a oportunidade de romper com um antigo, ultrapassado
e aprisionante esquema de deturpação e exploração
da mulher e da energia feminina como um todo.
Esse rompimento está começando de dentro para
fora, por isso estamos num momento muito especial da nossa
história, onde nos voltamos para dentro de nós
mesmas atendendo ao chamado da nossa totalidade feminina arquetípica
e inconsciente, chamada de "Deusa Interior". Nesta
tomada de consciência, a mulher está começando
a enxergar muitas coisas, como por exemplo, o fato de que
por muito tempo aceitou passivamente uma grande mentira da
sociedade: a chamada fragilidade feminina.
Às custas da própria realização
pessoal, a mulher assumiu um papel que não lhe cabe,
pois a essência feminina é forte por natureza.
Menstruar, gerar uma vida, dar à luz e amamentar são
sinais ilustrativos da força feminina no nível
físico, porém a mulher também é
forte e complexa em sua psiquê, onde pode manifestar
as mais variadas forças arquetípicas quase que
simultaneamente. Isso sem falar na sua capacidade espiritual
pois, desde os tempos mais imemoriais, a mulher é sacerdotisa,
xamã, pitonisa, curandeira, rezadeira, bruxa, enfim,
toda função que ligasse o ser humano ao mundo
espiritual.
É hora de parar de confundir
sensibilidade com fraqueza - É hora de parar
de fugir de si mesma. “Mulher frágil” é
um artifício utilizado pelos seres humanos para um
subjugar o outro, mas neste contexto a mulher acabou por exercer
sua força de uma forma negativa, resultando em situações
de vida neurotizantes e destrutivas.
Quantas mulheres incríveis se desviaram de seus verdadeiros
caminhos, afastadas daquilo que realmente gostam ou querem
fazer, por estarem cumprindo papéis que não
lhe trazem crescimento nem felicidade? Quantas ainda estão
jogando o jogo do materialismo exacerbado, da competição,
da disputa pelo poder? Quantas adoeceram mentalmente, submissas
em rotinas domésticas sem perspectiva de mudança?
Quantas vivem relacionamentos destrutivos que só fazem
sofrer? Quantas dependentes de medicamentos para depressão?
Quantas enlouquecidas na perversa corrida pela beleza impossível
que a mídia impõe? Quantas compensando suas
carências através do consumismo? Quantas esgotando
suas energias em jornadas de trabalho causticantes?
Mulher do século XXI, conheça-te a ti mesma!
Somos todas filhas da Deusa! Somos todas amadas por Deus!
Vamos despertar nossas consciências, vamos nos unir,
vamos buscar a compreensão de nossos ciclos de vida,
vamos exercitar o auto-respeito. Diga para si mesma que, a
partir de agora, você escolhe seus papéis, você
escolhe ser feliz do jeito que quiser ser, você decide
de quem gosta e do que não gosta, você escolhe
dar amor, carinho e cuidado a si mesma, e você aprende
a dizer não... “Não abro mão da
minha essência”. E você escolhe se abrir
para as possibilidades infinitas do hoje, porque o hoje é
pleno de poder à sua disposição... Apenas
experimente descobrir isso e vai perceber que um universo
inteiro vai jogar no seu time se estiver disposta a comprometer-se
com você mesma... O mundo está pronto à
espera da sua atitude! 
Mais do que um conceito temporal ou cronológico, ser
uma mulher da Nova Era é dizer sim para tudo que faz
seu coração vibrar, é uma atitude confiante,
é uma postura consciente e absolutamente responsável
por si mesma. A mulher da Nova Era assume seus erros, assume
a responsabilidade pela própria felicidade e vira o
jogo. A mulher absoluta escolhe exercer plenamente suas capacidades,
seus poderes, sua sensualidade, sua criatividade, sua intuição,
sua magia, seu prazer e seu amor... E depois ajuda outras
mulheres a darem suas viradas também, pois a mulher
inteligente não é egoísta nem desperdiça
seu tempo competindo. Ao invés disso, busca cooperar
com outras mulheres para trazer mais felicidade e mais luz
para este mundo onde, certamente, há espaço
para todas brilharem e serem felizes. Vamos florescer e frutificar
como a Grande Mãe, e ajudar o mundo a respeitar e reverenciar
a natureza e a essência feminina que cada um, homem
ou mulher, traz dentro de si, sem nenhum resquício
de medo ou culpa, mas com a coragem e a paixão que
só as deusas têm.
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